Resenhando Contos: A Igreja do Diabo

2.4.13


- Que queres tu, meu pobre Diabo? As capas de algodão têm agora franjas de seda, como as de veludo tiveram franjas de algodão. Que queres tu? É a eterna contradição humana.

Recentemente, para a minha escola, fiz uma resenha sobre o conto de Machado de Assis "A Igreja do Diabo" e quis usá-lo pra colocar como o primeirom conto da página, "Resenhando Contos".
Minha visão sobre o fato é de que, Machado de Assis com seu conto, não quis definir um lado de quem ou que seja melhor. Não tratava-se de uma escolha entre Deus e o Diabo, mas como diz a última linha do conto, sim da Contradição Humana. Ainda prefiro dizer que seria sobre a essência humana; trata-se de que se o humano recebe um ensinamento primordialmente, embora venha a ter outros pontos de vista pra lhe contestar, sua opinião pode ficar balançada - como o conto mostra -, mas ainda assim ele terá sempre um pouco do que aprendeu dentro de si e nem que não seja por completo, mas terá sua opinião sempre formada.
Mostra-se então que se o conto fosse com os papéis invertidos, ainda assim o que sobreviveria, seria a concepção humana e não uma questão de crenças.

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